terça-feira, janeiro 12, 2010

Agradecimento

Com o carinho do Antônio Carlos Dayrell, em criar um novo blog onde remete os leitores aos de seus amigos, só posso agradecer, atualizando este que foi o blog escolhido por ele.


Antônio Carlos, obrigada por ser assim, alguém tão especial e solidário! Como diz Otaviano (Nestor) de Oliveira, você é um diamante cujo brilho ainda não é percebido por muitas pessoas. Mas ainda há de ofuscar outras pedras com brilho menor e que estão sendo mais notadas. Apesar de que, se o conheço bem, você dará um jeito de mantê-las brilhando ao seu lado, tanta é sua generosidade.
Abraços, com carinho,
Bilá

sexta-feira, junho 05, 2009

CANCELADA VINDA DO ANAND RAO!!

Mantenho a arte porque foi feita com muito carinho por meu amigo Marco llobus e amei o que ele fez com as fotos, principalmente a minha, tirada por ele em 2008.

sexta-feira, maio 29, 2009



No dia dos Namorados, o músico de Brasília, Anand Rao estará novamente em BH em um show comigo (Bilá) e outros poetas.
Ele tem o dom de compor melodias ao vivo durante o show, para poemas que passemos a ele por escrito. Desta forma, ele musicou meu poema Máscaras.

O estilo do Anand é música popular brasileira, tipo Ivan Lins, Djavan, Miltom Nascimento.

segunda-feira, abril 13, 2009

APESAR DAS BOMBAS

                  Bilá Bernardes 
Pegar a espiga 
caminhando entre os pés
 
Escolher por seus cabelos 
se granada pra comer 

Tirar-lhe a palha, cortá-la 
e na panela deitar 
com água quente e sal 
Sentir o aroma no ar 

Rede rangendo em um canto 
fogão à lenha quentinho 
o borbulhar da fervura 
tudo com muita ternura 

 Que delícia o encontro 
dos amigos na cozinha 
a comer milho cozido 
e contar casos à tardinha 

sem medo de granadas 
estilhaços, balas perdidas 
confraternizando a vida

terça-feira, maio 13, 2008

Bilá Bernardes Poeta

Estou me sentindo poeta; fazedora de poemas em meio a outros poetadores de palavras sobre BH.
Estou em um livro lindo, leve, ilustrado com carinho, confeccionado com cuidado na UFMG, pela equipe de a tela e o texto; livro que, em verso e prosa, mostra Belo Horizonte história, Belo Horizonte liberdade, Belo Horizonte arquitetura, Belo Horizonte gente em sua mineiridade.
Hoje, mais que Maria Angélica, sinto-me Bilá Bernardes.

quarta-feira, fevereiro 27, 2008

quinta-feira, dezembro 27, 2007

Novas Vestimentas

Se choro
só para dentro
salgo os sentimentos
sangro os pensamentos
explode rubro o corpo
dói dores de desalento

Se sai o choro
lavo tudo
preparo o corpo
pra novas vestimentas

Bilá Bernardes

sábado, novembro 24, 2007

Ternura

Ternura

Ah, ternura!
passeia pelo corpo
pousa no brilho do olhar
aumenta a leveza do gesto
amacia o timbre da voz

Ah, ternura!
quem dera fosses
presença constante
na vida de tantos
desiludidos!

segunda-feira, novembro 19, 2007

Cultivo

Cultivo 

planto sementes de hoje 
planto ternura e sorrisos 
planto esperança e fé 

Cultivo com muito carinho 
Chego terra, água, ar 
 
Nada busco em troca disso 
mas colho paz ao dormir

segunda-feira, novembro 12, 2007

Natal, RN, Maio de 2008,
Um Mar de Poesia e Paz


Em Vôo

Nos ares 

Além das montanhas 
além dos verdes campos 
além, o encontro do mar 
com a areia branca 

além do espaço 
pleno de nuvens 
além desses ares 
que produzem chuvas 

além de nós mesmos 
onde a vista não alcança 
onde moram os pensamentos 
fica a imaginação 
de quem não aceita destruição 

Além fica o espaço 
e o abraço


Amei receber esta foto!

O lugar florido pela natureza e por nós. rs

sexta-feira, outubro 19, 2007

Ao lado de Marynês e Lú

Junto a Marynês Bonacina ( Porto Alegre) e Lú Oliveira ( Ilhéus), a vida é alegria pura.
Posso até caminhar de olhos fechados.

Uma nova amiga

Bernadete, de Caxias do Sul, coração acolhedor de quem já trilhou muitos caminhos.

quinta-feira, outubro 11, 2007

Da Morte

se eu morrer agora
não chore
levo minha alegria
mas deixo minha história

Bilá Bernardes

domingo, junho 17, 2007

Cheiros

cheiro de terra molhada
a chuva traz ao sertão
pés de frutas carregados
maduras caem ao chão

perfumam e cobrem de cores
o pomar lá do rincão

me dirijo às tangerinas
com seu cítrico perfumec
onvidam a ser digeridas
não resisto a esse consumo

cheiro de terra após chuva
cheiro de frutas no ar
Que alegria quando estive lá!

Publicado na Antologia Poetas do Brasil, vol 4,
do Congresso Brasileiro de Poesia